Pais do Amaral tranquilizou-me quando assegurou que não era pressionável e que nunca tinha sido pressionado, salvo nos idos de noventa. É de homens assim, íntegros e tesos como Brites de Almeida, que o país precisa. O inefável director do diário de referência do proletariado considerou um disparate que se fizessem reuniões para derrubar o governo e vender o Terreiro do Paço a um conhecido construtor civil à luz do dia, a uma mesa da Brasileira do Chiado. Admitiu todavia que se poderiam fazer mas à noite, numa esconsa rua, encostados a um candeeiro de iluminação com a lâmpada convenientemente fundida. Como aconselham os manuais!
Boa, boa!...
Há que ter sempre preocupações estéticas! É ou não é?
Um abraço,
Francisco Nunes
Eh pá! o gajo é "Paes" e não "Pais". respeito é muito bonito.
Afixado por: corneta em outubro 28, 2004 12:28 PM