Assumindo o papel de pedagogo que, como é do conhecimento geral, não resultou com a sua dileta aluna Fátima Felgueiras, foi confrontado com a seguinte pergunta, colocada por um aluno do 11.º ano:
Porque é que existe a ideia de que só vamos trabalhar para o poder local se formos amigos do presidente da câmara?
O que Narciso Miranda respondeu ou tentou responder nem sequer interessa. É um político português, profissional há mais de um quarto de século, não há vício ou manha que não traga na manga. Quanto ao aluno é claro que, no mínimo, merece o destaque de ser incluído no Quadro de Honra da Escola. Por mérito próprio!
Depois desta experiência será óbvio que encerra a
sua "camara aberta", pelo menos em relação aos estabelecimentos de ensino. De que estes "putos"
se lembram para deixar ficar embaraçado tão virtuoso "edil".